Itacaré - Onde Comer


Itacaré tem diversas opções restaurante, pratos feitos, pizzarias, típicos, crepes, self-service, finos, etc.

Em geral alimenta-se muito bem em Itacaré. No almoço as opções são poucas, mas depois das 6 a maioria dos restaurantes já estão abertos.

Vou indicar alguns que costumo frequentar, por tipo de comida:


  • Massas:
    Recanto das Artes
    Restaurante de massa caseira, de uma família proveniente de São Caetano do Sul e descendentes de Italianos. O prato de massa individual é bem servido, a massa é deliciosa, o molho saboroso, e o atendimento muito antenciso. $$

  • Moqueca:
    Tia Dete: comida tipicamente bahiana, com peixes frescos (fica ao lado da peixaria) e a melhor moqueca de Itacaré, com um toque de leite de coco inconfundível. $$$
    Estrela Dalva: tem pratos comerciais, massas, e moqueca. Restaurante simples, mas todos os pratos são saborosos e tem gosto de comida caseira. $

  • Pizza:
    Espaço Brasil: também de donos paulistanos, o Espaço Brasil tem uma decoração delicada e agradável, com destaque para a Kombi dentro do restaurante que serve como caixa. A pizza é deliciosa, típica pizza de São Paulo. $$
    Beco das Flores: a mais antiga e tradicional pizzaria, tem um lindo ambiente, mulheres vestida com trajes típicos e apresentação de dança. A pizza é de massa fina e muito saborosa. Muitas excursões levam seus hospedes para lá. $$$
  • Crepe:
    Creperia do Tio Gu: na rua principal, é um ambiente agradável, o atendimento é ótimo, e os crepes muito saborosos. Tem crepes salgados, integrais e doces. Vale a visita. $$
  • Natural:
    Falafel: da mesma dona da pousada Maresia, esse restaurante que é novo na cidade  e junta um ambiente lindo com uma comida saudável e muito saborosa. Muito frequentados pelos Israelitas, que são turistas habituais da região. $$

Itacaré - Noite


Itacaré por ser uma cidade pequena, tem uma balada por dia, ou duas, uma começando mais cedo e outra indo noite adentro.
A cada temporada abrem e fecham muitas baladas, mas tem algumas que permanecem e já é tradição na noite de Itacaré.

Pré-balada

Favela
Um bar de madeira na rua da Pituba que é um ponto de encontro para a galera tomar uma cerveja e fazer “um esquenta” para a balada noturna.

Papagaios
Uma casa relativamente nova, na praia das conchas, que tem banda ao vivo de forró as segundas, quartas e sextas. O ambiente é bem agradável, com um restaurante fechado, mesas ao ar livre e uma pista redonda para dançar.

Mar & Mel
Também na concha, o bar é um lugar bonito e aconchegante que toca forró ao vivo as terças, quintas e sábados. Bom pra dançar, namorar e experimentar um bom prato.
Balada

Cabana Corais
A melhor em minha opinião é a Cabana Corais, localizada no final da praia da concha, seguindo sempre paralela a praia.
A cabana funciona de quarta e sexta, sempre um show de música ao vivo, depois musica eletrônica. O ritmo mais comum é o forró universitário, mas tem noites com programação diferenciadas.
O melhor de tudo é o visual, se você agüentar até o sol clarear terá uma linda visão do mar.
Os donos são dois paulistas muito simpáticos, aproveito pra mandar um beijo enorme pra Cris, que é uma fofa.

Quintal
Localizado em frente ao rio, funciona de quinta e sábado, com musica ao vivo tem programação diversa, mas predomina o forró. Muito freqüentado pelos locais.


Itacaré - As praias


Itacaré tem 5 praias urbanas e algumas que tem acesso pela estrada.

As urbanas são Rezende, Tiririca, Costa, Ribeira e Prainha.

Rezende é frequentada principalmente pelos moradores, Tiririca é a mais badalada e preferida para o surf, Costa é bem pequena e pouco frenquentada, Ribeira frequentada pelos locais, Prainha é a mais afastada, mas também a mais bela, vale muito a pena conhecer. Para ir a Prainha é prudente ir acompanhada com um guia local, pois turistas desacompanhados são alvo de assaltos durante a trilha.

Nenhuma dessas praias tem muita infra-estrutura de alimentação e barracas. É sempre bom levar canga, água e alimentação.

Na conha também há uma praia, essa já com mais barracas, cadeiras, ideal para as famílias e crianças que necessitam de mais conforto.

Pela estrada e pegando trilhas tem-se acesso as Praias de Jeribucaçu, Engenhoca, Itacarezinho. As praias mais afastadas são também as mais belas, vale o esforço das longas caminhadas. O ônibus para ir a essas praias sai da rodoviária de Itacaré.

A minha preferida é a Engenhoca, com um rio delicioso no começo da praia e uma tapioca maravilhosa para a hora da fome.

Itacaré - A cidade surf


Itacaré é uma cidade pequena, com uma rua principal, que concentra a maior parte dos restaurantes e pousadas da cidade. A rua da orla, que margeia o Rio, e a Concha, onde também concentram-se as pousadas. Existe também um bairro mais afastado, chamado Bairro da Passagem, onde moram os habitantes locais.

Não é preciso de carro para circular pela cidade, tudo é perto e dá pra ir andando.

A cidade é conhecida como um polo de surf, por isso a rotina da cidade é de manhã as pessoas irem para a praia surfar, a tarde a movimentação fica nos restuarantes e bares da Pituba e a noite as pessoas seguem em bandos para as baladinhas.
Conheça os moradores locais, sempre vão ter alguma coisa interessante a contar, a troca de experiência é muito rica.


Itacaré - Como chegar




Para se chegar em Itacaré é preciso pegar um avião com destino a Ilhéus. As duas companias que atualmente fazem vôos para lá são TAM e GOL. Chegando em Ilhéus você tem duas opções: ou vai de taxi até Itacaré ou pega um ônibus na rodoviária da cidade. A viação Rota é que faz o trajeto: Tel: 73 - 3251 2181.

Se você conseguir se programar antes tem a opção de contratar um transfer através de alguma agência de turismo. Temos um amigo, que chama Manoel, que trabalha numa agência de turismo em Itacaré, chamada Encantur que presta esse tipo de serviço. Liguem lá que ele sempre poderá ajudar tanto no tranfers, como nos passeios.


Itacaré - Bahia - Brasil


Já fui a Itacaré muitas vezes, e ainda prentendo ir muitas outras. Itacaré tem uma energia muito especial, um dia ainda vou morar lá. Tenho amigos queridos que moram lá, em especial o Menor, que é meu irmaozinho baiano.

A cidade é um polo de ecoturismo e uma das melhores do Brasil para a prática do surf, já foi palco inclusive de campeonatos nacionais e internacionais.
Como as pessoas sempre pedem dicas e informações, vou tentar fazer um mini guia aqui.

11º Último dia...


É sempre triste o último dia de férias... acordei tarde e fui encontrar minha amiga no centro do Rio para almoçar. Fomos na Confeitaria Colombo, tradicionalissima, linda, me senti nos anos 20. Os doces e salgados são muito bons.
De lá peguei o ônibus e fui para a Lagoa Rodrigo de Freitas, fiz uma caminhada, tomei água de coco, fiquei observando os pedalinhos... tão romântico.
Depois fui a pé até Ipanema, mas especificamente até o Posto 9, estendi minha canga, dei uma volta no calçadão e vi o fim da tarde.
Fim do dia e de mais uma viagem que valeu muito a pena!


10º Dia - Rio de Janeiro


Segundona, minha amiga foi trabalhar, todo mundo trabalhando, peguei o ônibus e fui conhecer o Jardim Botânico. Tinha muita vontade de passear naquele lugar que já tinha visto tantas vezes nas novelas. É facil andar de ônibus no Rio, cheguei rápido, paga-se R$ 4,00 para entrar.
O Jardim Botânico é um lugar de muita paz, com clima fresco, muitos turistas, um lugar calmo para refletir, ler um bom livro e caminhar.
Passei boa parte do dia lá, voltei para casa, peguei o fim de tarde na Praia do Flamengo em frente ao apartamento da minha amiga, porém não recomendo muito.

9º Dia - Rio de Janeiro


Domingo não tivemos força pra acordar cedo e ir a praia. Minha amiga havia ganho convites para o camarote da Globo no Maracanã para ver Flamengo e Botafogo. Apesar de não torcer pra nenhum dos dois times (sou Palmeirense) tinha muito curiosidade de conhecer o estádio e essa era uma ótima oportunidade.
Apesar da fama de ser perigoso foi super tranquilo, tanto a entrada quanto a saída. O Maracanã é lindo! O camarote também é legal, mas o ruim é que não dá pra sair na arquibancada, como aqui no Morumbi. As bebidas também estão proibidas no estádio, por isso foi o jogo todo comendo e tomando refrigente rs... mas valeu muito a pena.

8º Dia - Rio de Janeiro



Era sábado, acordamos e pegamos um ônibus para Praia de Copacabana. Tomamos sol e mais tarde fomos visitar o Forte de Copacabana, que além de uma vista maravilhos, também é um museu, tem exposições, uma filial da Confeitaria Colombo e outras atrações. Vale a pena conhecer um pouco do nosso passado. A entrada custa R$ 4,00.

Continuamos caminhando até o arpoador e subimos na pedra para ver o por-do-sol. Muito lindo, com muito estrangeiros fotografando.

Depois fizemos um almoço/janta no Restaurante Eclipse e voltamos para a casa para descansar, afinal a noite tinha balada.

A noite fomos para a Lapa, tradicional bairro boemio do Rio. Entramos no Rio Cenarium, uma casa noturna com muitos ambientes e sons diferentes. Estava ótimo, teve samba de raiz, forró, dance...

6º e 7º Dias - Jeri / Rio de Janeiro


Dormi super pouco com medo de perder a hora. Tomei café, conversei com o pessoal da pousada, fui até o centro me despedir, já com dor no coração de ir embora.
Dormi todo o trajeto...
A viagem Jeri / Rio foi muito cansativa como previsto. Jardineira / ônibus / aeroporto Fortaleza / aeroporto Galeão / ônibus e enfim Praia do Flamengo, onde minha amiga mora.
Uma dica bacana é pegar vôo para o Aerporto do Galeão, ao invés de pegar para o Santos Dummond, pois as passagens para o Galeão são sempre mais baratas e existe um ônibus da empresa Real que vai de um aeroporto a outro e ainda percorre as principais ruas do Rio por apenas R$ 6,50.
Cheguei no Rio por volta das 8 da manhã, foi fácil ir do Galeão a Praia do Flamengo, aliás o ônibus para na porta do apartamento da minha amiga.
Encontrei minha amiga já saindo para trabalhar, conversamos e eu fui dormi, estava morta.
A tarde deu uma volta no comércio local, almocei e entrei na internet para resolver os assuntos práticos.
A noite estava chovendo, mas mesmo asssim não desistimos e saímos. Fomos a 00, uma danceteria bacana na Gávea - ao lado do planetário. É uma "boate" chique, frequentada por gente bonita e muitos artistas, neste dia por exemplo o Marcos Pasquim estava por lá. A música é boa também.
Só não foi melhor por causa do tempo, não chegou a lotar, mas valeu a pena.

5º Dia - Jeri



Finalmente o passeio para Tatajuba deu certo. Fomor, eu, Alice, Carlos e Paulinha. Alugamos um bug com o Josilar, um piloto muito legalzinho.
O caminho é todo pela praia e pelas dunas. O ponto alto do passeio é a Lagoa do Funil. Uma lagoa rasa e clara, que fica cercada pelas dunas, por todos os lados. No meio desta lagoa tem uma espécie de bar flutuante, com redes que ficam submersas nas águas mornas. Para quem quiser, pode-se descer de esquibunda a R$ 5,00, caindo diretamente na água.
Na volta paramos para almoçar na Barraca do Didi, a beira de outra lagoa, comemos camarão e lagosta grelhados, fresquissimo, pois o cardápio são as próprias coisas antes de ser preparadas.
Como ninguém tinha ido a Pedra Furada ainda e era meu último dia em Jeri, pagamos um pouco mais ao bugueiro e pedimos para nos levar até lá. O sol de pôs encaixando exatamente no furo das rochas, um expetáculo da natureza, arrepiante.
Emendamos um jantar, numa praia vizinha, no restaurante Vila Preá. O chef de cozinha de lá, o Apolinário, já trabalhou em muitos restaurantes famosos em São Paulo. A pousada é uma graça, boa para casais, pois é super tranquila. Um dos seus donos é o Fred, um francês muito simpático. Comemos um peixe ao molho de cajú, que era simplesmente divino.
Voltamos por volta das 22hs, tomei um banho e encontrei a Alice no centro. Ficamos um pouco no Planeta Jeri, que estava tocando uma banda de música ao vivo até as 04hs da manhã. Conhecemos muita gente nesta noite, pois foi a noite mais movimentada que vi em Jeri, era uma quarta-feira.
De lá fui para o Forró, que apesar de eles falarem que universitário, não é igualzinho ao de SP e achar alguém que dance razoável é uma tarefa difícil, mas mesmo assim dancei até a última música.
Já estava amanhecendo e passei na Padaria Santo António, famosa por seus paezinhos e por ser point depois da balada. Cheguei na pousada com sol alto.
Tudo que não fiz nos outros dias fiz neste dia, de uma só vez, ufa, que canseira.

4º Dia - Jeri


Acordei com a claridade no quarto, a cortina era menor que a janela e todo dia acordava assim... as meninas de Brasília estavam de saída pra Fortaleza, iam pro Fortal. Me despedi e tomei meu café. Encotrei a Fernanda, uma paulista que também estava na pousada, ela me contou que na noite anterior saiu, mas o forró não aconteceu, ainda bem que não saí.
Fui tentar acessar a internet e dar notícias pro pessoal de SP, mas peguei a hora do almoço e não consegui falar com quase ninguém, mas pelo menos avisei que estava tudo bem.
Depois fui procurar a Alice na pousada dela. Minha intenção era dar uma passada lá e depois caminhar até a pedra furada. Cheguei lá e começamos a conversar, ela me apresentou um casal que também estava na pousada dela e era de São Paulo.
Do lado da pousada deles tem o Clube dos Ventos, um clube de vela, kite e wind, mas que tem um restaurante aberto ao público. O lugar é super gostoso, com uma estrutura ótima, com mesas, pufs, uma delícia. Fomos almoçar por lá, pedimos uma porção de camarão e uma garrafa de champagne, e comemos e bebemos vendo o sol se por. Simplesmente um luxo!
A noite nós quatro nos encontramos e fomos jantar no Bistrogonoff. Além da comida maravilhosa e muito bem servida, fomos muito bem atendidas pelo garçon que se chama Junior.
A baladinha da noite era o Planeta Jeri, mas o movimentos estava fraco. De lá fomos para o Mama Afríca, fraco também,Desisti e fui dormir, a balada desanima, pois são muitos gringos e garotas locais querendo pegar os gringos, turismo sexual, tosco. Muita preguiça de falar inglês.

3º Dia - Jeri


Acordei para o café e fui convidada a sentar em uma mesa com umas meninas, elas eram de Brasília e estavam viajando em 7 amigas.
Depois do café elas me chamaram para ir a praia junto com elas. Fomos num restaurante de praia, em frente ao um hotel muito famoso e chique lá, o Mosquito Blue.
Elas eram super legais, da minha faixa de idade, parecidas com minhas amigas de SP e logo nos identificamos.
Logo que chegamos a praia começamos a tomar tangeroska (frozen de tangerina) e não paramos mais... almoçamos lá, pratos deliciosos - camarão sottè - tomamos sol, passamos o dia todo conversando e nos divertindo.
No final da tarde o namorado de um delas se juntou a nós e continuamos a conversar e rir até umas 10h da noite.
Na volta para pousada, paramos para comer uma pizza, na Della Casa, um pizza muito gostosa. Chegamos na pousada meia-noite, felizes depois de um dia maravilhoso.
Queria muito ir ao forró, mas não tive forças e dormi.

2º Dia - Jeri


Acordei cedo e fui tomar café, que é simples, mas muito gostoso. o Bené que atende as pessoas de manhã é muito simpático e tem muito carisma.
Depois fui dar uma volta de reconhecimento na praia. O sol é muito forte na parte da manhã, então é bom procurar uma boa sombra pra estender a canga. Na parte da tarde já dá pra ir para a areia. A maré estava super baixa e você andava muito até chegar no mar, e quando chegava andava mais um pouco para ter a água na altura do joelho. Á água é morna, limpa, muito gostosa.
Tomei cerveja num barzinho a beira mar, com música ao vivo, e no final do dia, como é tradição lá, subi na duna para ver o por-do-sol. Lá em cima venta muito, mas o visual é maravilhoso. Uma dica é proteger bem a máquina fotográfica, pois entra areia, a minha quebrou de vez de tanta areia que entrou.
Encontrei minha amiga de SP e combinamos de sair a noite, voltei pra pousada.
Desci para jantar por volta das 22:00hs, mas não encontrei ninguém, então fui numa creperia, que tinha sido indicada por algumas amigas, a Naturalmente. O crepe é bem fininho e gostoso, uma coisa leve e bacana pra comer a noite mesmo.
Mais tarde encontrei ela no Sky, um barzinho a beira-mar, com música ao vivo quase todos os dias, muito conhecido lá em Jeri. Tomamos uma cerveja lá e depois seguimos para uma baladinha chamada Mama Afríca.
O lugar é bonitinho, parecido com o Quintal de Itacaré, mas o movimento estava bem devagar. Só por volta das 3 da madrugada que apareceram algumas pessoas, na sua maioria gringo, mas eu estava com uma preguiça de falar inglês. Ficamos no balcão, conhecemos um uruguaio, conversamos um pouco e fomos embora.

1º Dia - Jeri

Meu amigo e também psicólogo meu trouxe ao aeroporto. Nem dormi na noite anterior de tanta ansiedade, pricisava de um apoio moral.
No começo é estranho viajar sozinha, as pessoas perguntam, é só você?
Saí do Aeroporto Internancional de Guarulhos - SP, que estava lotado, afinal era julho, férias escolares, famílias inteiras viajando, muitas crianças.
Fui a primeira a entrar no avião, o vôo foi tranquilo, fui o caminho todo pensando na vida.
Cheguei ao aeroporto de Fortaleza as 14:30h com um calor de 30º graus! Delícia, nada mal por ser inverno.
Pra chegar em Jeri é necessário pegar um ônibus em Fortaleza, descer em Jijoca e de lá seguir com uma jardineira - um tipo de transporte 4 X 4, que mais parece um trenzinho turístico - através das dunas. A viagem dura em torno de 5 horas e é bastante cansativa.
A empresa que faz esse translado é a Redenção, e a passagem com todo o trajeto custa R$ 45,00 no horário vip - 16:00h saindo do aero.
No ônibus fizeram uma confusão com a minha passagem e de uma menina que também estava viajando sozinha, viajando no mesmo esquema que eu e também de São Paulo. Acabamos nos conhecendo, sentamos ao lado e já viemos conversando durante a viagem.
Em Jijoca trocamos de transporte e fomos para jardineira. O caminho até Jeri passa por algumas pequenas vilas e depois vai margeando a praia, por cima das dunas, bem off-road. Era noite de lua cheia, e a noite estava clara, linda!
Cheguei por volta de 21:30h lá, e por confusão da dona da pousada com os horários ninguém foi me esperar. Andei que nem uma camela com as malas nas costas na areia fofa, perguntando pra todo mundo, até conseguir chegar a pousada.
Fiquei na Pousada da Renata, que é simples e charmosa, porém um pouco longe do centro.
Combinei de ir jantar com minha nova amiga mais tarde, mas o estava tão cansada que tomei banho e desmaiei. Só acordei no dia seguinte para o café da manhã.

Viajando sozinha pela primeira vez - 10 dias

Tinha combinado de sair de férias em julho, como faço todos os anos, e viajar com uma amiga. Tudo planejado, passagens compradas, pousada reservada. Na última hora aconteceu um imprevisto e minha amiga não poderia mais ir.
Aí surgiu a dúvida, ir ou não sozinha???
Como estava passando por um momento pessoal difícil e estava precisando muito descansar do trabalho aceitei o desafio de ir viajar sozinha pela primeira vez.
Fico pensando como algumas situações nos levam a fazer coisas que antes não tínhamos coragem.
E não é que foi muito legal... acompanhe a viagem em 10 dias.
Destinos - Jericoacora - Ceará
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro
Acompanhe...

Salvador


Fui para Salvador em novembro 2001, sozinha, para ficar na casa de alguns amigos. Difirentemente do que eu imagina Salvador é uma cidade muito limpa e bonita. As pessoas são muito simpáticas e acolhedoras. A orla é muito bela e é onde se concentram os principais barzinhos. Gostei especialmente de Lauro de Freiras, se pudesse me mudaria para lá. Não tive muito tempo de conhecer os pontos turísticos porque o pessoal lá estava envolvido numa divulgação de um evento e estavam todos numa correria danada.


Depois dessa vez passei mais algumas vezes por Salvador, quando estava indo pra Morro de São Paulo. Enquanto esperava as balsas aproveitávamos para conhecer as proximidades.

Conheci o Mercado Modelo, tipo de um mercado municipal, que tem várias lembrancinhas, andei pelo Pelourinho, famoso por suas ladeiras coloridas, bares e restaurantes e desci e subi pelo Elevador Lacerda, outro ponto turístico, de onde a vista da bahia é linda!

Porto Seguro - Parte II (Baixa Temporada - Junho/2001)


Fui para Porto com duas amigas, numa época de baixa temporada. Ficamos hospedadas no pousada Albatroz no centro.
Como duas das três já conheciam o lugar não pegamos nenhum pacote turístico, fizemos todos os passeios por nossa conta, andamos muito de ônibus, mas também gastamos pouco e nos divertimos muito.
Conhecemos muitas pessoas legais, curtimos todas as baladas e tomamos muito sol. Perfeito!
Vale a pena ir na baixa temporada, você gasta menos e aproveita tudo melhor. Além disse você tem oportunidade de conhecer os locais e a rotina da cidade.
Nessa viagem me apaixonei pelo forró. Nenhuma das meninas gostavam de axé, só fomos para PS porque era o destino mais barato. Nas festas a noite tinha palcos enormes com apresentações de axé e pequenas tendas que tocavam forró. Começamos a frequentar as casinhas de forró e desde então nunca mais parei de dançar.

Porto Seguro - Alta Temporada/Janeiro 1999


Fui para Porto Seguro de carro. Foi uma boa experiência, mas se tivesse que voltar iria de avião.A viagem de carro só compensa se for muitos dias e você tiver tempo para ir pela costa e parando nas praias, caso contrário desista, é muito cansativo.
Fiquei hospedada numa pousada chamada Casa Grande no centro. O lugar é muito simples, mas bem arrumado e limpo. Vale a pena pra quem não quer gastar muita grana e só vai lá para dormir.
Fui em Janeiro, alta temporada, muito sol e agitação. Curti bastante a viagem, principalmente por não ter aqueles horarios fixos das excursões.
As praias são muito bonitas, as mais urbanas cansam um pouco por causa dos vendedores ambulantes que não te deixam em paz um só minuto. Mas também é nelas que rola a agitação. As mais afastadas, como trancoso e arrail, são mais bonitas e tranquilas, vale a pena passar o dia.

Fortaleza - JAN 1997


Fiz uma viagem para Fortaleza em Janeiro de 1997. Fomos, eu e meu ex-namorado, numa excursão da CVC.(Ainda bem que faz tempo, hoje em dia odeio excursões)
Fortaleza é realmente linda!!!Ficamos hospedados na Praia de Iracema, região central.
As praias mais bonitas ficam afastadas da cidade e é preciso andar horas para chegar, mas vale a pena pelas paisagens, as dunas, o mar...tudo é deslumbrante.
O Beach Park vale a visita de um dia inteiro, é o melhor parque aquático que eu já fui, e olha que eu já fui em vários...
O forró é a música predominante, e a noite todos os bares entram nesse ritmo. O engraçado é que lá cada dia tem um único bar que funciona, mas o bom é que você não perde nada!

Como faz muito tempo, não consigo lembrar muitos detalhes, mas vale a visita.

Foz do Iguaçu


Essa é pra quem gosta de programas com muita natureza, caminhadas e turistas.
Foz do Iguaçu é uma cidade turística, sem nada de especial. Se parece com uma cidade do interior qualquer, com a diferença que em cada esquina tem um turista de um país diferente.
Do centro da cidade, você pode pegar um ônibus para o Paraguai (se quiser fazer compras daqueles famosos produtos cheios de qualidade), para a Hidrelétrica de Itaipu ou para a Argentina (sim, a cidade fica na fronteira entre os três países) mas a verdadeira atração, as cataratas, são um passeio longo.
Existem dois hotéis dentro do parque das Cataratas mas só recomendo esta opção se você tiver dinheiro sobrando pra gastar. Se optar por ficar num hotel na cidade, pode ir de ônibus para o parque das Cataratas (o lado brasileiro) ou pagar uma van para te levar até o lado argentino do parque.
Estive em Foz em março. Me hospedei numa pousada no centro da cidade, com diária modesta de R$ 30,00 e café incluído.
No caminho do aeroporto, o taxista tentou nos vender os passeios para as cataratas. Tivemos o bom-senso de não fechar com ele na hora e acabamos fazendo os passeios com o pessoal do próprio hotel, por um preço bem mais em conta.
Reserve um dia todo, um bom par de tênis e bastante fôlego pra passear do lado argentino. São muitas trilhas e escadas e, se estiver calor, você ainda pode fazer um passeio de barco até uma das quedas - literalmente embaixo dela. Você sai totalmente molhado e feliz. A vista é divina, indescritível. Se puder, faça o passeio acompanhado de guia. Esse pessoal já sabe o "roteiro" do lugar e vai te ajudar a economizar tempo. Fiz o passeio todo com guia e não me arrependo. Subi tudo o que foi escada e parei em tudo o que foi paisagem maravilhosa (mais de 200 fotos, no final). Bom lembrar que, pra passar a fronteira, você precisa levar seu passaporte ou RG original. Eles não aceitam carteira brasileira de motorista como documento.
No meu segundo dia na cidade, fui visitar o lado brasileiro das Cataratas. Não se iluda com os comentários de "o lado argentino é mais bonito" e outros blablablas que você vai ouvir de conhecidos. Os dois passeios se completam. Do lado argentino, o passeio é mais perto das quedas. Do lado brasileiro, a vista é totalmente panorâmica, lindíssima. O parque brasileiro também é muito mais profissionalizado, com placas sinalizadoras e guias espalhados por todo lugar. Do nosso lado, há também passeios de rafting, caminhada e bicicleta e o rapel, que nós fizemos.
Voltamos pra cidade de ônibus - mais ou menos 30 min até o centro. Antes de voltarmos pra São Paulo, tivemos tempo de ir visitar Itaipu. Outro passeio que pode ser feito de ônibus - mais ou menos 20 min do centro da cidade até a represa. Lá dentro, você pode contratar um tour normal ou especializado pelo complexo. Os guias são ótimos e a obra é realmente gigantesca, ótimo programa pra engenheiros (como o meu marido) ou pra curiosos em conhecer aquela que por muitos anos foi a maior hidrelétrica do mundo.
Importante dizer que Foz não é uma cidade perigosa. Além disso, se você está planejando comer fora, saiba que a comida típica da cidade é churrasco. E tenho certeza que você já foi em outras churrascarias na sua cidade - talvez até melhores e mais baratas. A vida noturna também é bem restrita, bem como a de uma cidade do interior. Mas a beleza das atrações faz tudo ser mais bacana do que o normal :)


Texto e foto enviado por Ana Carolina Francisco

Caverna Ouro Grosso



O acesso a caverna, é feito através do centrinho do Petar, por uma trilha curta e fácil. Porém a caverna é nível difícil, com passagens bem estreitas. Alguns lugares é preciso prender uma corda e escalar. Até chegar ao lugar onde a água corre a sensação de falta de ar é muito forte, não recomendo pra quem tem claustrofobia.
Para quem gosta de aventura e tem um bom preparo físico existe uma longa caminhada por dentro das cavernas, com lagos e cachoeiras em alguns pontos (de água geladíssima).
Impressão pessoal: descobri que não me dou bem em lugares fechados e sem ar, então decidi voltar após meia hora de caminhada, estava me sentindo muito mal. :S

Noite: Existe uma única balada no Petar – Takeupa Café, para onde as pessoas que estão de passeio ou as que moram na proximidade vão a noite.
No feriado que estive lá não abriu, então não tenho mais detalhes nem como opinar sobre ela.


Boiacross - Nível II


No Rio Betari existe dois níveis para pra pratica de boiacross. O primeiro é super tranqüilo, como já descrevi abaixo. Como achamos o primeiro muito fácil, no dia seguinte resolvemos que íamos enfrentar o nível II. Foi a pior idéia que eu já tive, pois tenho como “lembranças” hematomas até hoje.
O nível II começa no meio do rio, no final do percurso do primeiro nível. O caminhão de agencia de turismo deixa as pessoas no início do trajeto.
A diferença de um pro outro é que, no segundo nível a correnteza é bem mais forte, com isso a velocidade é bem maior. Além disto, existem pequenas cachoeiras ao longo do percurso, que quando você passa parece que esta dentro de uma maquina de lavar roupa, tamanho é a quantidade e velocidade da água.
Essas quedas d’água são de difícil travessia, pois é praticamente impossível passar por elas sem cais da bóia. E quando você cai, vai ralando o corpo no fundo do rio, até que consiga chegar até alguma borda, mas nisso já bateu em tudo quanto é pedra no caminho, já que a força da correnteza não deixa você parar.
Eu tive uma péssima experiência, uma vez que caí da bóia numa parte do percurso, afundei na água, bati a cabeça no fundo em uma pedra e meu capacete virou para trás, me sufocando, se não conseguisse soltar o fecho a tempo teria sufocado. Foi trágico!

Petar - Rapel


Fora do Parque em uma propriedade particular encontra-se a cachoeira da Araponga.

O acesso a ela é feito através de uma trilha de aproximadamente 1 km partindo da estrada principal, 20 minutos de caminhada, com nível de dificuldade moderado.

A cachoeira é a mais alta do Petar, medindo 50m de altura, ótima para a prática de rapel e cascading.

Fizemos o cascading descendo os 50m, em que a corda no meio do trajeto passava por baixo da cachoeira. A vista de cima é maravilhosa e a descida emocionante, não dá para descer só uma vez, apesar da subida até o topo ser um pouco sofrida. O frio na barriga na hora da descida é inevitável, mas a sensação de liberdade ao descer é indiscritível.

Lembre da importancia de estar acompanhada(o) por um guia local experiente e de ter todos os equipamentos de segurança, isso garantirá um passeio divertido e seguro.

Petar - Não perca



É impossível ir até o Petar e não provar o Pastel e Pinga com Mel e gengibre no Bar Zeni.


Um típico boteco, mas é uma delícia depois das longas caminhadas dar uma paradinha pra comer e jogar conversa fora.




Petar - Boiacross



O Rio Betari atravessa o Petar, e nele é possível praticar boiacross em nível I e II.


Quando o rio está cheio, com grande volume de água, é uma boa época para se praticar, pois evita batidas nas pedras do fundo do rio.


Você aluga as boias (de caminhão, amarradas, diga-se de passagem) em qualquer agência de ecoturismo no centrinho. O entrada para o nível I é ali mesmo, pertinho do centro. O percurso dura aproximadamente 1 hora, e é sempre bom estar acompanhada do seu guia, para saber por onde passar e qual a hora de sair.


No final do trajeto um caminhão da agência busca as pessoas num ponto combinado na estrada e leva de volta as pousadas.


Petar - Caverna Santana


A Caverna Santana fica logo na entrada do parque, e talvez seja a mais fácil e urbana de todas.

Primeiro porque o acesso é fácil, segundo porque dentro dela há uma infraestrurura com corrimãos, pontes e escadas para passar de um lugar ao outro, que ajudam muito no deslocamento.

Sua extensão é longa, mas o trecho aberto a visitação é curto. Dentro há coisas interressantes, como a rocha que parece uma cabeça de um cavalo e uma gruta que olhando ao fundo parece ter a imagem de cristo desenhada na pedra.

Indicada para crianças e idosos que querem ter seu primeiro contato com uma caverna.

Petar - Caverna da Água Suja


A caverna Água Suja fica dentro do Parque do Pertar, onde é preciso pagar uma taxa de R$ 3,00 para entrar.

O acesso é feito por uma trilha de aproximadamente 1200 m, com um nível de dificuldade médio, pois em alguns trechos é preciso atravessar rios com água até a cintura, subir escadas, e passar em lugares apertados e com obstáculos.

A caverna é grande, e corre água o tempo todo dentro. O melhor para se conseguir enchegar é um capacete com carbureteira (que tem o fogo em cima), mas para quem não tem é possível alugar capacetes com lanterna nas pousadas e casas de turismo, por aproximadamente R$ 5,00 o dia.

A caverna é extensa com grau de dificuldade médio. As galerias são grandes, mas há momentos que é preciso pela água e fendas. Depois de andar em média 800 m adentro encontra-se uma cachoeira de 3 m com muita água. A caverna é muito escura e a água super gelada.

Petar - Guia


Para conhecer qualquer lugar do Petar é necessário contratar um Guia Turístico. Só ele pode te guiar com segurança nos passeios, pois conhece bem toda a região.

O nosso foi uma pessoa maravilhosa, que se chama Tião, além de muito atencioso e cuidadoso, ele conhece a região como a palma da mão, pois trabalha a anos no Parque. Tem um pique e uma força invejável e encara qualquer parada. Recomendo MUITO.

Quando forem para lá não deixe de contatá-lo: Tião (15) 3556-1414.

Geralmente ele cobra um valor por dia, e percorre vários lugares com os visitantes.

A única atividade que não entra neste pacote é o Rapel, mas que vale MUITO a pena fazer.

Petar - Onde Ficar


Existem diversas opções de pousadas no Petar. Fiquei hospedada em uma bem central, chamada Pousada da Diva. O lugar é bem simples, os quartos maiores tem três beliches e dois banheiros, o que eu achei ótimo, pois essa quantidade de pessoas usando o mesmo banheiro é inviável. Os quartos tem ventilador, mas não tem televisão. Tem uma área de lazer com mesa de snooker e ping-pong que pode ser utilizada até as 23:00 hs.
O café da manhã é farto, com pão caseiro, bolo e frutas. O lanche de trilha também é bem generoso.
O jantar tem comidas caseiras em sistema self-service. (Café e jantar inclusos)
Muitas excursões se hospedam nessa pousada.
Tel.: (15) 3556-1224


Petar - Como chegar


Partindo de São Paulo temos que pegar a Regis Bittencort - BR 116, seguindo as placas entrar na cidade de Jacupiranga, continue seguindo e vá a Eldorado, entre em Iporanga e siga até o Bairro da Serra, onde ficam a maioria das pousadas do Petar.

A estrada é perigosa, com muitos buracos e o tráfego é intenso, com muitos caminhões.

Evite viajar a noite. Durante o dia a visibilidade é melhor e existem trechos nas cidades pequenas que são mals sinalizados e as pequenas estradas irregulares.


PETAR


O que é o PETAR?

O Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira é considerado uma das Unidades de Conservação mais importantes do mundo. Abriga a maior porção de Mata Atlântica preservada do Brasil e mais de 300 cavernas.É considerado hoje um patrimônio da humanidade, reconhecido pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Fonte:
Petar Online

Caraíva - Boas surpresas

Caraíva continua linda...
Estive em Caraíva novamente neste Carnaval e tive a feliz surpresa de saber que apesar de a luz ter chego no ano passado nada mudou.
As instalações são todas subterrâneas e a cidade continua na mesma escuridão, que realça o céu estrelado, e melhor, sem o barulho dos geradores.
As pousadas agora tem chuveiro quente, mas se recusam a ter TV nos quartos. (acho ótimo ficar 10 dias sem ter notícias do mundo exterior)
A cerveja nos barres está sempre gelada, porque agora todos tem geladeiras.
E o melhor, o público continua o mesmo, amantes da natureza e do forró, sem frescuras e sem modismos!
Adorei!

Camburi - Vídeo

Camburi - Noite


E a noite? O que tem para se fazer em Camburi?

Existem várias opções de barzinhos para se tomar uma cerveja e ficar observando o movimento.

Mas para quem gosta de balada, a melhor opção é O Galeão, uma casa noturna, com tema de embarcação, que toca muito black. Frequentada por gente bonita, tem dois bares numa área externa e uma pista de dança. Eu adoro!!!

Outra outra é o Bangalôo Super Club. A casa é muito bonita, tem pizzaria e sushi bar. Na pista música eletrônica e alguns shows em datas especiais. Frequentada pela galera mais nova, costuma ser melhor em dias que tem gente famosa tocando.

Outras opções próximas são o Sirena em Maresias e o Banana's na Praia Preta. O Sirena é muito famoso por ser frequentado por gente bonita e produzida e também pelo som, música eletrônica da melhor qualidade. O Banana's tem um visual lindo, mas a frequencia é mais teen.

Camburi - Dia


O que fazer durante o dia em Camburi? O melhor e mais óbvio é tomar sol, banho de mar, andar na areia e jogar um frecobol.

A melhor parte da praia, fica no final, do lado direito, depois da rede de volei, onde as cadeiras e guardas sol das pousadas não chegam.

Não deixe de experimentar as tortas da barraca do Juarez, de camarão, palmito ou frango, todas uma delícia. Toldo vermelho, em frente a casa da Billaboing.

Se for ficar muitos dias aproveite para conhecer as praias próximas, como Praia da Baleia, Barra do Sahy, Juquehy e Maresias.

Um barraca gostosa para passar o dia é a Badauê em Juquehy. Os preços são um pouco mais caros, mas vale pelo conforto, serviço e boa comida.

Camburi - Onde ficar


Camburi tem ótimas opções de hospedagem, das mais simples a hotéis muito sofisticados.

Uma boa opção custo X benefício é o Hotel Camburi Praia, com diárias a preços honestos, próximo da praia e com diversos serviços.

Outra opção barata é o Chalé do Alemão, chalés de madeira em uma área verde, na primeira rua a esquerda depois da entrada de Camburi.


Outra opção barata é se hospedar na praia vizinha, Boissucanga, lá as pousadas tem diárias menores e fica a apenas 5 minutos de Camburi e de Maresia, no meio das duas.
Algumas pousadas que já fiquei são:

Camburi - Como chegar


A partir de São Paulo:

Existem duas opções de caminhos para quem vem de São Paulo para Camburi. Uma delas é pegar a Via Anchieta ou Imigrantes, depois entrar sentido Guarujá, na Piaçaguera-Guaruja e entrar na Rio-Santos sentido Bertioga. Seguir sempre em frente sentido São Sebastião. Aproximadamente 160 km.
Outro caminho é pegar a Rodovia Airton Senna, entrar sentido Mogi, cruzar a cidade e sair na Rio-Santos na altura da Riveira e seguir sentido São Sebastião.

A Rio-Santos apesar de uma estrada perigosa por ser mão dupla é umas das mais lindas a ser percorridas, pela sua exuberante paisagem. É possível ver várias praias da estrada. Vale a pena!


Camburi - Litoral Norte / SP


Uma das mais famosas praias do Litoral Norte, conhecida por sua beleza, boas ondas para surf, pela galera bonita que frequenta e por sua vida noturna agitada.
Camburi está localizada entre Barra do Sahy e Boicucanga, Município de São Sebastião / SP.

Caraíva = Forró

Para quem quer conhecer um pouco mais sobre o forró e sobre as bandas que tocam ou já tocaram em Caraíva acesse os sites abaixo:
TRIO VIRGULINO - Site Oficial:
http://www.triovirgulino.com.br/
TRIO ARARIPE - Site Oficial:
http://www.trioararipe.com.br/
TRIO BALANÇO BOM - Site Oficial:
http://www.triobalancobom.com.br
O BANDO DE MARIA - Site Oficial:
http://www.obandodemaria.com.br
Trio Sabiá - Site Oficial: http://www.triosabia.com.br/
Trio Dona Zefa - Site Oficial: http://www.triodonazefa.com.br/
Bicho de Pé - Site Oficial: http://www.bichodope.com.br/



Vídeo - Trio Caraíva no Forró do Ouriço

Caraíva - Vídeo

Caraíva - O que levar

Caraíva é um lugar rústico, então temos que levar apenas acessórios de praia e roupas leves:

  • Chinelo, é só o calçado que você vai usar, o tempo todo, pois todas as ruas são de areia.
  • Protetor solar, muitoooo, pois o sol lá é bem quente, e na praia são poucos os lugares de sombra.
  • Boné.
  • Canga.
  • Roupas leves, como vestidos, bermudas e camisetas.
  • Dinheiro trocado, em Caraíva não existe banco.

Caraíva - Dia


Durante o dia a melhor coisa a fazer é acordar, tomar um belo café, caminhar até o rio e dar um bom mergulho, depois tomar sol até cansar, comer um acarajé e tomar uma água de coco.
Um lugar tranquilo e de muito charme é uma barraca na praia, mais conhecida como Caramujo, mas que atualmente chama-se Thayanã. Lá você tem cadeiras disponíveis para deitar e tomar sol, e uma construção de madeira em forma de barco, com esteiras e almofadas para quem quiser tirar um conchilo. Lá também funciona como pousada.

Ao entardecer vá caminhando pela praia até o Bar da Praia, um bar a beira mar com muito charme e boa música.

Lá pelas 18h o samba começa no Bar do Coco... também uma barraca de praia, com a brisa batendo, a noite caindo...

Há também os passeios: descer o rio de boia, visitar a aldeia pataxó, ir até a praia do espelho.

Dica: É possível ir até a praia do espelho a pé, porém tome cuidado com a maré, para não ficar ilhado em algum ponto, e sempre vá com um grupo de pessoas. No caminho há paisagens incríveis como a Lagoa do Satú.

Caraíva - Onde Comer


Não existem muitas opções de lugares para comer em Caraíva, a maioria dos lugares serve um PF bem feito e caseiro.


Mas algumas boas opções são:


  • Lagoa: massas, tortas, saladas muito bem preparadas.

  • Strogronoff, de vários tipos, frango, carne, camarão, uma delícia. Fica próximo ao Lagoa, é só perguntar que todo mundo conhece.

  • Canto da Duca: aqui existem um doce que nenhum outro lugar do mundo tem, o Nega Maluca, feito com um creme de canela, um doce de banana e outros ingrediente especiais e indecifráveis que fazem desse doce o melhor que eu já comi. Além de boa comida - vegetariana, a Duca é uma grande artista, que pinta lindos quadros da paisagem de Caraíva, não há um lugar que você vá que não tenha algo feito por ela. (73) 9985-0044

  • Boteco do Pará: pastel de camarão, é a primeira coisa que me vem a cabeça quando penso no Boteco do Pará, depois vem o mais lindo por-do-sol. Embaixo de árvores a beira do rio, com mesas e banco de madeira, é o melhor lugar para se apreciar o fim da tarde tomando uma cervejinha e comendo os pastéis, peixe frito e todas as delícias preparadas lá.

Caraíva - Noite


O que combina mais com um lugar tão mágico quanto Caraíva do que Forró???
Pois Caraíva é assim, um dos points de forró mais conhecidos pelos entendidos do gênero musical.
A magia é você dançar um xote coladinho embaixo de um céu de estrelas ou um baião até o sol raiar.
Exite duas casas de forró em Caraíva, que alteram as noites: o
Forró do Ouriço e o Forró do Pelé.
Dica: Compre o ingresso antecipado com desconto.

Antes do forró, que começa sempre depois da meia-noite, temos algumas opções para fazer um "esquenta".
O Bar do Porto é uma ótima opção, fica a beira do rio, na entrada de Caraíva, somente o bar é coberto, as mesas ficam ao ar livre, sobre o céu de estrelas, muitas estrelas. Em alta temporada, todos os dias tem show de música ao vivo, com chorrinho e mpb. Os cantores ficam num palco elevado, de costas para o rio, um cenário incrível!
Outra boa opção é passar no Bar Lagoa, para comer uma boa massa e ouvir um pouco de música, executada por um DJ. Algumas noites também rola festa neste bar, a volta da lagoa é decorada com tochas, música ao vivo e a festa rola até de manhã.

Caraíva - Onde ficar


Existem muitas opções de hospedagem em Caraíva, mas na sua maioria são pousadas simples, mas muito charmosas.

Já me hospedei em dois lugares lá:


Um pousada muito charmosa e aconchegante, com casas coloridas e um lindo jardim. Os chalés são bonitos e espaçosos. Um café da manhã

Tem segurança na parte da noite. Seu proprietário é o Edgard, uma pessoa maravilhosa, que também é dono do melhor forró de Caraíva, o Forró do Ouriço.

Tel/Fax: 73-9985-6826E-mail: caraiva-reservas@uol.com.br

Pousada Raiz Forte
Uma opção mais simples de pousada, mas também muito charmosa.
Sua dona, a Marise é uma pessoa alegre e simpática.
073-9991-7391 / 073-9993-4101

Caraíva - Como chegar


O meio mais fácil e rápido para se chegar a Caraíva é de avião através do Aeroporto de Porto Seguro - BA. De vários lugares do Brasil existe vôos direitos para lá. Algumas companias que operam esse aeroporto são TAM e GOL.

A partir do aeroporto é possível pegar um taxi até Caraíva, ou ir de ônibus até Arraial da Ajuda e de lá pegar um outro ônibus para Caraíva - uma viagem bem cansativa e precária, não recomendo.
Maiores informações: Viação Águia Azul: 73 - 3668.11.10 / 3575.1170

É bom já deixar reservado e preço combinado com o taxista antes de ir, pois nem todos os taxis vão para lá e os contratados diretamente no aeroporto costuma cobrar tarifas mais caras.

Dica: Sempre pegamos um Taxi com a mesma pessoa a anos, ele se chama Nia, é super gente boa e nunca deixou agente na mão. Nia: (73) 8101-7050

CARAÍVA - BA - BRASIL



Caraíva - O que é?
Localizada próximo a Porto Seguro, depois de Trancoso ao sul, é uma pequena vila com todas as ruas de areia. Lá não entram carros, que devem ficar estacionados do outro lado da margem do rio.
Fica numa península, cercada por um rio e uma longa praia de areias brancas.
Na vila não entram carros e para se chegar é preciso atravessar o rio de canoa, operada pelos pescadores.
Até o ano passado não existia nem energia elétrica em Caraíva e toda energia vinha de geradores.
A cidade vive da pesca e turismo.
A vila está localizada dentro de uma reserva Indígena Pataxó.



O que é esse blog?

Esse blog irá falar principalmente de viagens... e a primeira a ser comentada será Caraíva, onde por mais um ano eu irei passar o Carnaval... esse deve ser o quinto se não me engano rs.
Pela quantidade de vezes que eu fui dá pra perceber que é muito bom!