Jeri / Pipa


Como não tínhamos comprado a passagem de volta, estávamos decidindo o que fazer após Jeri, até que um amigo conhecido na viagem falou da Praia da Pipa, que era legal, não era tão longe, dava pra ir de ônibus e a passagem de volta Natal / São Paulo não era tão cara. Após pesquisar tudo na internet, resolvemos que poderia ser uma boa opção mesmo.
Marcamos para nossa saída o ônibus que sai as 8hs de Jeri pela Viação Redenção, esse horário, chamado de vip, é um pouco mais caro, mas não tem parada.
Nosso primeiro destino, rodoviária de Fortaleza. Chegamos lá por volta de 14hs e compramos a passagem Fortaleza/Natal, pela Viação Nordeste para as 15hs. A viagem demora nove horas e o ônibus não é nem um pouco confortável.
Chegamos à rodoviária de Natal perto da meia noite, e já não tinha mais ônibus para Pipa. O preço médio cobrado é de R$ 120,00, mas chorando um desconto você consegue por R$ 100,00.
A estrada está em obras e nosso taxista tava quase dormindo ao volante, além de estar muito devagar. Chegamos em Pipa por volta de 2hs da manhã de uma quarta para quinta, mortas.
Já tínhamos uma pousada reservada, chamada Casa Albacora, na rua Albacora, 555, cuja a dona é uma paulista muito gente boa chamada Marcia. As acomodações são simples, mas limpas e com preço muito bom.

Jeri - Pedra Furada


Da outra vez que fui a Jeri, fui até a Pedra Furada de Buguie, que não é grande vantagem, já que se anda um bom percurso do mesmo jeito. Desta vez resolvemos encarar a caminhada e ir a pé. A caminhada depende muito da maré, se estiver baixa dá para ir o percurso inteiro pela praia, se estiver alta tem que ir por cima das dunas.No horário que fomos a maré estava baixando, então tivemos que ir por cima das dunas.

Não sabíamos o melhor caminho, mas por sorte encontramos um vendedor de bebidas que foi praticamente nosso guia, ajudando a gente a chegar mais rápido.
Andar aproximadamente 3 km pela areia, num sol de 30º realmente não é fácil, a caminhada é cansativa. Quando chegamos a pedra, não havia ninguém, e podemos fotografar a pedra perfeitamente.

A natureza é mesmo caprichosa e o cenário desse lugar é um espetáculo a parte.
Ficamos pouco tempo, pois lá não há sombra, nem dá para entrar no mar. Voltamos pela praia, novamente com a ajuda do vendedor de água, que foi nos mostrando as belezas escondidas no caminho, como o poço da princesa, e um aquário natural entre as pedras na beira do mar. Pela praia a caminhada é mais suave.


É um pouco de esforço, mas quem vai a Jeri, tem que ir a Pedra Furada.


Jeri - Bar do Alexandre


Todos os dias íamos a praia de Jeri, após os passeios ou mesmo só para ler e relaxar. Desde os primeiros dias ficamos em uma barraca na praia, onde fomos muito bem tratados.

O Bar e Restaurante do Alexandre é uma barraca de praia com mesas e espreguiçadeiras. A cerveja está sempre bem gelada e é de garrafa e a comida é de muito boa qualidade, sempre fresquinha e saborosa, vale a pena almoçar por lá. Saboreie um prato com peixe ou camarão.
Os garçons são muito simpáticos, logo se tornaram nossos amigos, guardando nossa mesa preferida todos os dias.
Um lugar incrível para encontrar os amigos e tomar uma cervejinha no final da tarde vendo o sol cair no mar, o que fazíamos todas as tardes.

Jeri - Tatajuba


Como descansamos bastante ontem, marcamos o passeio para Tatajuba hoje. O dono da nossa pousada, o Puçá, também tem uma agência de passeios, e nos deu um pequeno desconto para fazer com ele.

Marcamos de sair as 9 hs da pousada. O passeio é feito de bugue, e dura boa parte do dia.

O passeio é feito todo pela praia, passa-se por dunas, lagoas, cidade soterrada pelas dunas – velha Tatajuba – chegando a lagoa do Funil, onde é possível fazer skibunda e tomar banho na água morna da lagoa. Eu fui na velocidade cinco e achei que ia me matar, mas cai a água sem nenhum arranhão. Para descer custa R$ 5,00, quantas vezes quiser, o detalhe é que dificilmente você desce mais de uma vez, pois a subida da duna é bem difícil.

Na volta paramos no Rei da Lagosta, onde o cardápio são os próprios peixes, camarões e lagostas, fresquissimos e a um preço justo. (chorando se consegue um preço ótemo)

Depois de uma deliciosa refeição caseira, voltamos para Jeri, ainda deu tempo de ver o pôr-do-sol na praia.

A noite fomos ao forró, mas entramos muito tarde. O forró funciona de segunda, quarta e sexta. Conhecemos um grupo de paulistanos como nós e ficamos conversando na porta até muito tarde. O bom de lugares assim é que as pessoas estão sempre mais abertas a fazer amizades e trocar experiências de viagens.

Jeri - Por-do-sol na duna


A pousada que ficamos era simples, na rua principal, próxima a praia e tinha café da manhã. O dono, Puçá, também era muito atencioso e gentil.

Tomamos café e saímos para a Praia. Como era o primeiro dia queríamos descansar, sem fazer nenhum passeio.
Fomos a praia e depois de dar uma volta geral de reconhecimento, sentamos no Bar do Alexandre para ler, comer e tomar cerveja.
Próxima a hora do por-do-sol, subimos a Duna do Por-do-sol para apreciar o espetáculo da natureza.
Parece que Jeri é um dos poucos lugares do Brasil onde o sol de põe no mar.
A noite saímos para dar uma volta, mas não tinha nada, pouquíssimo movimento na rua, somente alguns estrangeiros tomando caipirinha, fomos dormir.

Jericoacora - Parte II




Tirei férias novamente em outubro, e como no ano passado eu ia com uma amiga e ela não pode ir, neste fui com ela. Não voltaria se fosse sozinha, porque uma vez para mim é suficiente pra conhecer Jeri. O visual é muito bonito, os passeios são bons, mas uma vez feito todos não há mais muito o que fazer por lá. A noite é bem fraca também.
Chegamos numa segunda. A viagem para lá é difícil, é necessário ir até o aeroporto de Fortaleza, de lá pegar um ônibus (Viação Redenção), ir até Jijoca (+- 4 horas) e de Jijoca pegar um Jardineira (+-2hs) até Jeri.
Chegamos mortas, as 2hs da manhã. Aí era só dormir, não tínhamos nem força pra comer.
Já tínhamos reservado uma pousada de SP, a Pousada do Véio, com o Puçá, um rapaz muito legal, que nos recebeu muito bem.



Livre como um pássaro

Sempre tive vontade de saltar de asa delta e aproveitando minha vinda ao Rio para passar alguns dias de férias descansando na casa da minha amiga, resolvi experimentar.
Um dia passando pela praia comentei com ela que tinha vontade de saltar, na hora ela disse que também. Ligamos para uma escola no mesmo dia e marcamos nosso salto.
No dia fomos tomadas por um pânico geral, um nervoso, medo... O ponto de encontro era num posto em Sâo Conrado. O cara veio nos buscar, fizemos nossa inscrição na escola de vôo, subimos para a Pedra da Gávea de bugue e lá nós... no topo da Pedra, muito alto, nos preparando pra saltar. A vista de lá de cima é maravilhosa, estava um dia lindo, muita gente saltando.
O medo foi passando e agora era a ansiedade de chegar minha vez. Na sua vez, você depois de preparada tem que dar uma corridinha numa rampa de madeira e se jogar no precipício, é excitante!
Tudo pronto, saltei... um frio na barriga, acompanhado por um sensação de liberdade maravillhosa! Quando você já está no ar você relaxa e curte a a paisagem, o vento batendo no rosto... O vôo deve ter durado uns 10 minutos, a descida também é emocionante. Foi demais, vai ficar marcado pra sempre na minha memória.

Psicologia da Alma

Para as pessoas mais espiritualizadas, indico uma leitura que é um tanto inovadora, com conceitos novos e atormentadores.


PSICOLOGIA DA ALMA
Chaves para ascensão
Joshua David Stone
Pensamento
Leia com a mente aberta, e aproveite o melhor.

Boa leitura!

Arraial d’ Ajuda


No segundo dia em arraial pegamos um moto-taxi e fomos para uma praia chamada Pitinga. Essa praia diferente da do centro é muito preservada e limpa. Tem água azul claro, transparente e arrecifes de corais, ao longe se vê um paredão com falésias. Vale muito a pena conhecer, é lindíssima.
Paramos na Barraca do Faria, onde o atendimento é ótimo e a tranqüilidade e conforto garantida. Eles tem alguns pratos premiados pelos concursos locais de culinária que são simplesmente maravilhosos. Experimente o Abati, um suflê de milho com camarão, premiado no Festival Gastronômico da Costa do Descobrimento.
Como era nosso último dia fomos jantar na rua principal, que tem ótimos e diversificados restaurantes, com todo o tipo de culínária.
É hora de arrumar as malas para ir embora... snif... snif...

Arraial d’ Ajuda


No domingo pós-carnaval, saímos de Caraíva e fomos pra Arraial d’Ajuda passar dois dias antes de viajar de volta para São Paulo.
Já tinha estado em Arraial algumas vezes, mas somente de passagem ou um dia na praia.
Ficamos numa pousada indicada pelo Edgard, o dono da pousada de Caraíva. Ela era simples, mas muito aconchegante, com um jardim lindo, que tem muito haver com o nome da pousada: La Na Magia. Fomos muito bem recebidas e tratadas pela Maria e seu esposo. É próxima da rua principal e do caminho das praias, recomendo.
Arraial é muito bonito, uma rua principal com charmosas lojas e restaurantes, um shopping pequeno e uma loja indiana linda.
Ao redor da rua principal muitas pousadas para todos os gostos.
Como chegamos no domingo, fomos a praia mais próxima, de Mucugê. Por ser a mais próxima, também é a mais cheia e degradada pelo turismo.
A noite a programação é ir dançar forró na arena do shopping. O engraçado é que alguns ficam dançando, enquanto junta uma multidão na arquibancada para assistir, principalmente por ter muito turista estrangeiro estrangeiro.

Caraíva - O que mudou



Infelizmente com a chegada da luz elétrica algumas coisas andam mudando por lá, Excursões de alguns lugares do país estão chegando e tumultuando o local que não tem infra-estrutura para esse tipo de turismo. Também mais famílias e crianças têm aparecido por lá, o que está mudando o perfil do público de Caraíva.
Essas pessoas ainda não entenderam que lá é um lugar de rústico, e que se procuram serviços luxuosos e 5 estrelas lá não é o lugar. Tem causado stress e faltado com a educação com o povo local.
Vi uma família de gente adulta e bem de vida, brigando com os índios que ficam na praia vendendo colares e água-de-coco, inclusive ameaçando bater nos garotos porque estavam incomodando-os com as perguntas de que se queriam alguma coisa e cobrando pelo guarda-sol. Acho isso uma falta de respeito pelas pessoas e cultura do lugar. Essas pessoas deviam procurar um resort e não irem para um lugar simples como Caraíva.
Outra crítica a esses novos viajantes é que em suas terras pagam fortunas por tudo e chegando lá se recusam a pagar R$ 5,00 por um aluguel de guarda sol ou cadeiras. O pessoal que trabalha na praia de sol-a-sol, dia-a-dia, só tem as temporadas para ganhar dinheiro, e estão prestando um serviço e não pedindo esmolas, então se não concordam, simplesmente sentem ao sol, mas não reclame ou briguem com a população local. Educação vale para qualquer lugar do país!

Carnaval 2009 - Caraíva


Caraíva continua linda...
Mais um Carnaval em Caraíva, e tudo continua “quase” como sempre foi.
Este ano nos hospedamos mais uma vez na Pousada Casinhas da Bahia e fomos recebidas com o carinho de sempre pelo Edgard.
A cidade estava mais cheia que o ano anterior e o forró durou até sexta-feira, e com música ao vivo. Nada como fechar o feriado com o Triangulo Caraíva no Forró do Ouriço, muito bom!
Teve o tradicional bloco de Carnaval, onde homens se vestem de mulheres, percorrem a cidade e param em algum bar na praia para o tradicional samba de Carnaval.
O chorinho no Bar do Porto, sempre trazendo poesia as noites quentes.
O MPB no Bar do Pará, acompanhado do melhor pastel do mundo e o visual do pôr-do-sol mais deslumbrante do Brasil.
Um restaurante que não tinha ido os anos anteriores, mas experimentei e recomendo é o Aquários, comida boa e barata.
A cidade nessa época é interessante, de sexta a sábado a cidade fica cheia e movimentada, na quarta quando a maioria das pessoas vai embora, ficam só os verdadeiros amantes do forró e é a melhor parte do Carnaval. No sábado já se vê o movimento de debandagem e a cidade fica praticamente fantasma.

Para os amantes do forró Caraíva continua a melhor opção, sempre no verão, carnaval ou segunda quinzena de julho.

Vibe Fest on Board - 3º dia


Domingo já acordamos com a música na cabeça, não parou desde a noite anterior.
Fomos almoçar no restaurante do 6º andar, que a comida é um pouco melhor do que a do 24hs.
Almoçamos e fomos pra piscina tomar sol, e os djs bombando nas pick-ups.
O navio parou em frente a Copacabana no Rio, deu pra ver a cidade maravilhosa do mar.
Um detahe é deixar a mala pronto e no corredor, porque as 2hs eles passam recolhendo as bagagens.
Tomamos banho e nos preparamos para última noite com uns italianos produzindo uma festa que chama DESAPARECIDOS. Depois deles veio um encontro de Djs, com todos os que tocaram no barco: Milk, Marcelinho, Vitor Sá, entre outros.
A impressão que dava é que todo mundo estava meio cansado já, então a festa não foi tão animada quanto as outras.
Acabou as 06:00hs da manhã da segunda.
Para desembarcar foi um parto, houve muito atraso e desorganização, uma canseira.
Outra canseira foi o Edinhos Park, onde deixamos nosso carro estacionado. Esperamos mais de uma hora e nada. As meninas tiveram que ir pessoalmente até o estacionamento e armar um barraco pra pegar o carro, que estava riscado, pésssimo serviço, não recomendo.

Conclusões:
Foi muito divertido, porém a música eletrônica o tempo todo enjoa um pouco. Domingo tinha hora que queria me atirar no mar.
Tinha menos gente bonita que parecia nas divulgações.
O serviço do navio é péssimo e as atendentes muito mal educadas.
Se você for, escolha uma cabine longe do palco.

Vibe Fest on Board - 2º Dia

Descobrimos que uma cabine tão perto não era tão vantagem assim... nossa cabine era bem embaixo do palco e só conseguiamos dormir quando a música parava.

Descansamos até a hora do almoço, almoçamos e hoje estava previsto uma parada em Búzios, com festa na Pachá.
Desembarcamos em botes até o porto de Búzios, dei uma volta pra conhecer a cidade. Paramos num restaurante chamado Brigitta's, muito bonitinho e comemos uma deliciosa porção de camarão.
Fomos pra Pachá lá pelas 04:00hs e a Tecneira começou denovo. É estranho uma festa diurna.
Eu e minha amiga retornamos as 06:00hs para o navio, pois queriamos descasar antes a festa noturno começar, hoje seria a Festa a Fantasia.
Dormimos e a meia-noite estávamos as 4 lá, três de S.W.A.T. e uma coelhinha da Playboy.
Todo mundo entrou no clima e foi muito divertido, tinha uma fantasia mais divertida que a outra.
Dançamos até o clarear do dia, tomamos café e fomos para a cabine "tentar" dormir, o que foi missão impossível, já que parecia que a balada estava dentro da nossa cabine, o som era altíssimo e não parou até o segunda as 06:00hs da manhã.

Cruzeiro Marítimo \Temático - Vibe Fest on Board


O Vibe Fest on Board é um cruzeiro de 3 dias que foi divulgado pela 97 FM (uma rádio de São Paulo), exclusivamente de musica eletrônica.

O navio é o Island Scape, e o roteiro Santos, Búzios, Santos.


1º Dia

Saímos de São Paulo por volta das 15:00hs, estavamos de carro e o embarque era até as 17:00hs. Nos perdemos um pouco para achar o porto, mas conseguimos fazer o check-in no tempo.
Estava muito anciosa, pois nunca tinha viajado de navio antes, tudo parecia muito grandioso.
Entramos por volta de 6:00hs, e uma tripulante muito da mal humorada nos levou até a cabine.

Nossa cabine era no 9º andar, especificamente a 9038D. A cabide era dupla, e bem espaçosa até, com armários, escrivaninha, duas camas e banheiro. Ela ficava bem próxima a piscina e restaurante e no principio achei isso ótimo.

Jantamos e fomos a Welcome Party na piscina, o navio saiu, tocou aquela buzina, e confesso que fiquei inteira arrepiada.
Começaram os djs e a festa. Por volta das 10:00hs fomos nos arrumar.

A noite a Festa seria do Branco, então todas nós lá meia-noite de roupas branquinhas.
Tecneira rolando solta, e as pessoas se olhando curiosas.
As bebidas apesar de serem em dólar, eram preços compatíveis aos praticados nas boas casas noturnas de São Paulo.
A festa rolou até as 10:00 hs do sábado.

Itacaré - Onde ficar


Itacaré tem diversas opções de hospedagem, para todos os gostos e bolsos.
Para quem quer ficar próximo aos restaurantes e festa a dica é se hospedar na Pituba. Existem pousadas aconchegantes com preços acessíveis.
  • Pousada Maresia: na rua principal, tem acomodações simples, mas confortáveis, segurança e um bom café da manhã. Os donos - Valmir e Mandalena - são paulistas e muito acolhedores. A dona tem um restaurante natural ao lado da pousada, o Falafel. Com sorte você consegue ver macaquinhos nas árvores da pousada. Já fiquei diversas vezes e recomendo. Evite os últimos quartos da parte superior, não tem janelas, somente porta que abre e ficam bastante abafados.
  • Pousada Lanai: também na Rua Pedro Longo, também tem acomodações simples, mas limpas e aconchegantes. Fiquei também algumas vezes. Os quatos da parte de baixo são bem quentes, prefira os da parte superior.
Para quem quer ficar hospedado na praia mais badalada de Itacaré, uma boa opção é a pousada Sangri-lá, com acomodações rústicas, tem um bom café com vista pro mar. A vantagem é estar a um passo da praia e ter um visual lindo do amanhecer e anoitecer, a desvantagem é ter que andar até a vila cada vez que precisar almoçar, jantar, ir ao mercado, etc.

Para aqueles que necessitam de mais infra-estrutura e conforto, o ideal são as pousadas da praia da concha, apesar de um pouco distante do centro, tem as melhores opções de hospedagem.
Um dica é a pousada de um amigo chamado Rui, Verdes Mares.

Citei algumas que conheci, mas exitem uma infinidade delas, vale a pena pesquisar.