Camburi / São Sebastião - Comer Bem

A procura de um doce encontramos um lugar muito agradável para comer em Camburi.
Fica na Estrada do Cambury, 720 - Cucina Cantinetta Empório.

Um lugar muito bonito, que além de doceria e café, é também restaurante, rotisserie, adega e mercearia.
Com forte tendencia Italiana, tem fogazza tradicional, massas e pratos deliciosos. Além disso há produtos importados, como dulce de leite argentino, vários tipos de cervejas, sorvete de palito italiano e vários outros itens. Para quem quer praticidade tem uma rotisserie com pratos elaborados e saborosos. 
Aprecie numa tarde preguiçosa!


Boiçucanga - Passeio Naútico

Um outro ótimo passeio para se fazer é um passeio de barco pelas ilhas. O ponto de partida é o canto esquerdo da praia de Boiçucanga, no final da rua onde ficam as peixarias.
Nos informamos no local e contratamos o barco com o Rodrigo (12) 7814-7189, por R$ 50,00 até as ilhas que ficam em frente a Praia Preta.
A ida demora aproximadamente uma hora, onde você pode apreciar as praias de Camburi, Baleia, Sahy vistas do outro lado. No barco é possível levar bebidas e comidas, e se preferir o Rodrigo prepara um peixe fresquinho, comprado dos pescadores, na churrasqueira.
Nas ilhas há uma parada e desembarque e fica aproximadamente uma hora para tomar sol e conhecer as redondezas.
Nesta ilha há uma barraquinha que vende água, cerveja, refrigerante e peixe assado, mas tudo bem simples.
A volta mais uma hora e estamos denovo em terra firme. Um passeio diferente e muito gostoso para se fazer num belo dia de sol.


Boiçucanga – Natureza

Alugo casa a anos em Boiçucanga – litoral norte de São Paulo – e nunca tinha ido conhecer a cachoeira que fica pertinho de casa, até o feriado passado.

A cachoeira do Ribeirão do Itú possui inúmeras quedas e é um dos ótimos passeios para se fazer no litoral norte.

Existem três quedas para a visitação, para se chegar à primeira queda - Pedra Lisa - leva-se aproximadamente 30 minutos. A trilha é pequena, mas tem pontos de mais dificuldade para passar. A segunda – Samambaiaçu e a terceira – Toca das Serpentes - só é aconselhável ir com alguém que conheça ou um guia e ter bom preparado físico, já que a caminhada é longa.

Para chegar: Na Rodovia Rio-Santos alt. do km 162, sentido Boiçucanga-Maresias, ao passar pelo posto "Texaco", vire a esquerda no trevo, na rua da rodoviária e siga pela "Estrada do Cascalho".

Siga em frente até o final, quando começa um pequeno trecho de estrada de terra, ao avistar uma ponte vire a esquerda, mais 100 mts e você deve deixar seu veiculo e seguir pela trilha.

Neste local existe um estacionamento – R$ 10,00 que tem banheiro, ducha, bar e lanchonete. Até repelente ele vende a R$ 2,50 por pessoa (super necessário). Deixe seu carro na sombra e pegue o mapa de acesso com o dono do estacionamento.


Na cachoeira é possível entrar na água e se refrescar do calor da caminhada. Muito bonita, revigora as energias!

Puerto Madero – Buenos Aires

No último dia resolvi ir caminhar um pouco no bairro de Puerto Madero. Andei toda a extensão das docas, ao lado do rio.



Minha primeira parada foi no Buque Museo Fragata A.R.A. “ PresidenteSarmiento”. Trata-se de uma fragata que foi transformada em museu. O ingresso custa $ 2,00 pesos e o passeio é bem interessante para conhecer um pouco da história.

Depois escolhi entre os muitos restaurantes disponíveis e almocei em um Italiano, não sei se já falei, mas tem mais restaurantes de massas do que carne em Buenos Aires, a comida não era grande coisa, mas deu pra matar a fome. No almoço eles servem um prato executivo, com refrigerante, prato e sobremesa por $ 55,00 pesos.

Na volta aproveitei para passar na Winery e comprar alguns vinhos para trazer. A média de preço para vinhos nacionais é de $ 50,00 pesos. Não resisti e trouxe dois.
E como quem vai pra Argentina tem que trazer alfajor de presente, dei uma passadinha no Carrefour e comprei alguns da marca Jorgito, que é mais barato e tão saboroso quanto os famosos Havanna e Cachafaz.

E assim terminou mais uma viagem que deixou muita saudade.

Tango em Buenos Aires

Na segunda-feira estava sozinha novamente e choveu muito durante todo o dia. Fui trocar dinheiro nas casas de cambio da Calle Sarmiento (Câmbio América/Multifinanzas/Giovinazzo) e aproveitei para conhecer a Calle Florida – uma espécie de 25 de março de Buenos Aires. Nesta rua estão as principais lojas e a Galeria Pacífico, não comprei nada porque os preços agora não estão compensando, as coisas custam igual ou mais que no Brasil.


Passei no Café Tortoni para conhecer e aproveitei para comprar um ingresso para o Show de Tango – Sensaciones de Tango - que aconteceria a noite. O ingresso custa $ 130,00 pesos e começa as 20:30hs, como o lugar é pequeno é bom comprar o ingresso antecipado. Dividi a mesa com mais três pessoas, que por conhecidencia eram brasileiros. O show tem tango cantado ao vivo e quatro casais de bailarinos que encenam. Vale a pena chegar um pouco mais cedo, comer alguma coisa, tomar uma taça de vinho e curtir o espetáculo que é muito bonito.

Feira de San Telmo – Buenos Aires

Domingo não tem como fugir, a cidade inteira se dirige ao bairro de San Telmo para a tradicional feira de antiguidades.

A feira acontece por toda extensão da Rua Defensa, onde produtos são expostos no chão ou em barracas de madeira. A feira é famosa por suas antiguidades, mas a verdade é que nesta feirinha hippie se encontra de tudo, bijoterias, calçados, artesanatos, comidas, roupas e muitas bugigangas. Há muita coisa para ver, pois a feira é enorme, sempre cheia de turistas de todas as nacionalidades.

Depois que cansar de andar, é hora de parar em algum restaurante da região para um delicioso almoço. Escolhemos o Antigua Tasca de Cuchilleros, um restaurante de parrilla. Para manter a tradição comemos carne, um filé a borboleta, muito suculento e gostoso. Durante o almoço teve um casal dançando tango.

Para sobremesa fomos até o Nonna Bianca tomar o tradicional sorvete de doce de leite, que não decepcionou, é uma delícia.

À noite fomos ao Bar Sugar em Palermo, sugestão de um brasileiro que mora em Buenos Aires, um bar descontraído que toca rock. Como era domingo estava bem vazio, mas o lugar é bacana pra tomar uns drinks e conversar. Uma curiosidade é que em Buenos Aires não existe bar com música ao vivo, eles não tem essa tradição.

Zoo – Buenos Aires

No sábado me desencontrei das minhas amigas, e então resolvi ir no Zoo de Palermo. Peguei o ônibus e desci em frente. O ingresso custou $ 47,00 pesos, incluso um passeio de barco, que é bem bobinho. O zoológico é comum, normal, não tinha nada muito especial, nenhum animal muito exótico, mas como fazia anos que não ia em um foi legal. Leão, urso, hipopótamo, macacos, girafa, repteis são alguns dos animais presentes.



Dizem que é muito legal o Zoo de Lujan, onde é possível interagir com os animais, passar a mão em leão, pegar tigre no colo, etc. Mas como esse era mais longe não tive tempo de fazer, mas quem foi gostou muito.

A noite fomos para Palermo na balada Niceto Club. Entramos e de cara já ganhava uma dose de tequila (eles usavam os mesmos copos pra todo mundo). O lugar estava vazio e lembrava as baladas alternativas da Vila Madalena aqui em São Paulo. Ficamos um pouco, e resolvemos mudar, ir pra outra balada na mesma rua, a INK. Segundo as informações essa era uma balada chique, frequentada por gente bonita e artistas. O lugar era muito bonito e a musica predominante era eletrônica. Realmente aqui as pessoas eram mais bonitas e elegantes. Gostamos e passamos o resto da noite por aqui. Entrada $ 50,00 pesos com direito a uma bebida.

City Tour Buenos Aires

Na sexta contratamos um city tour (U$ 20,00), desses ônibus que circulam por Buenos Aires pelos pontos históricos, explicando um pouco de cada um deles. Ele pega e entrega no hotel.

O passeio começava as 9hs e percorria os principais bairros de Buenos Aires, como Palermo, Recoleta, centro, Porto Madero, Teatro Colón, além de lugares turísticos.
O ônibus era daqueles fechados, com ar condicionado (geladíssimo), além de percorrer a cidade, fazia paradas de 20 minutos nos principais pontos, onde podíamos descer e tirar algumas fotos. Primeiro paramos na Plaza de Mayo, Igreja da Catedral, depois na Casa Rosada, Estádio do Boca Juniors e Caminito. O passeio dura a manhã toda, e é uma maneira prática de conhecer os principais pontos, aqueles obrigatórios para quem vai pela primeira vez, e depois escolher o que mais agrada pra ir com mais calma. A parte mais interessante e onde se passa mais tempo é no Caminito, com suas casas coloridas, cartão postal da cidade.

De volta ao hotel, saímos para caminhar e procurar um restaurante gostoso para comer. Para variar andamos muito e acabamos por conhecer todo o bairro da Recoleta a pé. Saímos de frente ao Cemitério da Recoleta e almoçamos em um dos restaurantes que ficam em frente. Uma dica para gastar menos é pedir o menu do dia, que inclui bebida, prato principal, sobremesa e café. Não entramos no cemitério, pois nenhuma de nós é fã desse tipo de passeio.
A noite fomos no tão indicado Ásia de Cuba, um restaurante/danceteria em Puerto Madero, muito frequentado por brasileiros. Aqui fomos enganadas pela primeira vez por um taxista, ele não achava o lugar, aí chegou em um ponto e falou é aqui, descemos e estava muito longe do nosso destino. Terminamos o trajeto caminhando de salto alto.
A casa fica na beira do rio, num lugar muito bonito. Para entrar pagamos 120,00 pesos, com direito a uma bebida. A casa é linda, com um visual bem descolado e a música parecida com o que agente está acostumado aqui no Brasil. Ganhamos mais uma bebida grátis e entradas vip para o dia seguinte no decorrer da noite. Um lugar para dançar muito e paquerar.

Buenos Aires - Conhecendo as redondezas

Acordei na quinta e o tempo estava muito bom, sol, calor e um dia lindo. Resolvi explorar as redondezas do meu Hostel que ficava no Bairro do Retiro a pé. Vi muitas docerias, restaurantes, rotisseries, casas de empanadas e cafés.
Mapa na mão resolvi ir até a Livraria Ateneu, olhando pelo mapa eram uns dez quarteirões e como estava sozinha e sem pressa achei uma boa ir andando. No caminho acabei passando pelo Congresso Nacional sem querer, mas já conheci um monumento. Aqui você anda muito, as ruas são planas e não dá a impressão de ser tão longe, mas os quarteirões são enormes e quando você percebe já andou muitos quilometros.
Andei cerca de uma hora até chegar ao meu destino, para uma pessoa que mora em SP e só anda de carro foi uma longa caminhada rs
Chegando lá valeu a pena, além de ser uma das maiores livrarias do mundo, é num antigo teatro e seu interior é lindo!!! Dei uma volta, olhei os vários livros e tomei um café na cafeteria que fica onde era o palco, com vista pra toda livraria. Adorei o lugar e perdi horas e horas por lá.
Como ainda não conhecia as linhas de ônibus voltei a pé novamente para o Hostel. Descobri neste primeiro dia que é mito que as coisas em Buenos Aires são baratas, os preços estavam equivalentes ou maiores que os daqui do Brasil, então não compensava fazer compras, apesar de não ser esse meu obejtivo. O taxi também é caro, principalmente para uma pessoa que viaja sozinha, por isso preferi, andar a pé,  ônibus - 2,00 pesos (coletivo) e metrô (subte) - 2,50.


A noite minhas amigas brasileiras chegaram e fomos novamente a Palermo, dessa vez entramos em uma balada que chama Karma. A impressão que dava era que o lugar era novo e eles estavam fazendo de tudo para encher a casa, por isso entramos de graça. Não foi uma super balada, mas deu pra se divertir, entre amigas sempre nos divertimos.

Chegando à Buenos Aires

Cheguei à Buenos Aires pelo Aeroporto Ezeiza, onde a maioria dos voos internacionais pousam. Já tinha pesquisado no Brasil, e me decidido a pegar um taxi da empresa oficial de taxis do aeroporto Taxi Ezeiza. Reservei pela internet e chegando lá não tive dificuldade nenhuma em pegar o taxi, apresentei a reserva no balcão e logo estava seguindo para o meu destino.

O valor de ida e volta ficou em 378,00 pesos (R$ 168,00 reais). A dica é quando pagar a ida, já reservar e pagar a volta junto, assim fica mais barato e você já tem transporte garantido para sua volta.
Do aeroporto até o centro de Buenos Aires dá aproximadamente 40 minutos.
Cheguei ao meu hostel perto das 22 horas e como estava empolgada já perguntei a recepcionista o que tinha para fazer naquela noite, era uma quarta. A recepcionista meu deu um cupom de entrada grátis para uma danceteria e me falou que tinha mais uma pessoa interessada em sair, pra combinar com ele.
Com cinco minutos em Buenos Aires já tinha arrumado aonde ir e companhia para balada. Conversei com o menino (um argentino de Cordoba) e combinados de sair do Hostel a meia noite.
Tomei um banho, arrumei minhas coisas, e já estava pronta pra balada. Quando desci ele já me esperava com mais uma menina holandesa. Como ele já estava a alguns dias em Buenos Aires e falava a língua já sabia todas as coordenadas.
Pegamos um ônibus ao lado do hostel e fomos para Palermo, nesta danceteria que chama Kika Club. Chegamos lá e não tinha ninguém, já tinham dito que a noite de lá começava tarde, mas era quase uma e estava vazia, quase desistimos, mas resolvemos tomar uma cerveja (30,00 pesos) e esperar mais uma hora.
A casa é grande e tem dois ambientes, com djs e músicas diferentes. Toca muito eletrônico, mas não faltou reggaeton. As duas da manhã a casa estava lotada e animadíssima. Curtimos até as 5 da manhã e foi muito divertido. Voltamos de ônibus, pois lá os ônibus circulam 24 hs, e não me senti em perigo esta hora na rua e no coletivo.

B.A. Stop Hostel - Buenos Aires

Como resolvi de ultima hora e ia viajar sozinha, escolhi uma hospedagem econômica em Buenos Aires. Depois de muitas pesquisas de preços e localização, optei por ficar no Hostel B.A. Stop. Paguei por um quarto individual com banheiro: $810,00 pesos – 6 dias.

Chegando à porta o Hostel não parece grande coisa, tem uma escadaria enorme para chegar até a recepção e duas portas de segurança. A recepção é bem bonitinha, decorada com bom gosto e as atendentes muito atenciosas.
O meu quarto era simples, com uma cama de casal, um armário embutido, dois criados mudos, dois abajures e um espelho. O banheiro tinha um box pequeno fechado com cortina de plástico (molha muito o chão), lavatório e bacia. Era tudo muito simples, mas limpinho, a limpeza é diária. Minha janela dava pra rua, e como passava ônibus durante o dia era bem barulhento, mas a noite ficava melhor.
O albergue tinha várias programações para os interessados e também vouchers de descontos para as baladas. Toda noite tem um “boliche”.
O café da manhã é bem fraco, só tem leite, café, media luna (croissant doce), cereal e pão. Na mesa margarina e doce de leite para passar no pão.
O Hostel é muito bem localizado, tendo várias linhas de ônibus que passam próximo e uma estação de metro (subte).
O Hostel possui dois computadores para uso comum e rede wi-fi de alta velocidade.
Me ajudou muito um site, que tem um mapa interativo de Buenos Aires, você coloca o local de partida e o destino e ele dá todas as informações sobre como chegar de transporte público: http://mapa.buenosaires.gob.ar/

Achei válido o custo X beneficio, além de conhecer gente do mundo todo.

Voando Qatar Airways

Fui a Buenos Aires voando pela Qatar pela primeira vez, já tinha ouvido dizer que era muito boa, e não decepcionou!

O bom atendimento já começa no check-in em Guarulhos, com os atendentes muito educados e prestativos.
Os dois voos – ida e volta – foram pontuais. As poltronas são largas e confortáveis.
O serviço de bordo é excelente, mesmo sendo um voo de apenas duas horas, serviram uma refeição completa, muito saborosa. As bebidas incluíam vinho e uísque.
O serviço de entretenimento também é ótimo, tem monitores individuais com filmes, jogos e músicas.
Fiquem de olho que sempre tem ótimas promoções – Recomendo!

Cuba - Casa de Família

Nosso último dia em Cuba tinha chegado, desembarcamos no Aeroporto  de Baracoa, seguimos para o Centro Histórico de Havana.


Já era noite quando chegamos na casa da família onde íamos passar a noite.
Em Cuba existe esse tipo de hospedagem, famílias que tem cômodos sobrando em casa, alugam para turistas ao preço de 25 a 30 CUCs a noite para duas pessoas. Essas mesmas pessoas pagam 150,00 CUCs por mês para o governo para poder fazer esse tipo de atividade.

As casas que hospedam turistas tem um símbolo na porta para identificação, mas é bom já ir com reservas no Brasil. Existe alguns sites que podem te ajudar: Renta en CubaCasa Particular Cuba e Havana Guest House. Fizemos nossa reserva na casa do David, ficava nas proximidades do centro histórico. A primeira impressão é horrível, pois a rua e a porta são super mal conservadas, já que é o governo quem deveria cuidar da manutenção, mas não faz.

Ao entrar na casa se tem um susto, o interior nada tem a ver com a fachada, era uma casa grande, com o pé direito bem alto, ricamente decorada. Ficamos num cômodo com dois quartos, com duas camas de casal e um banheiro privativo. O quarto era enorme!

Já na entrada fomos convidadas por um morador para ir a balada, mas como tínhamos que acordar muito cedo, recusamos o convite. Depois fomos recepcionadas por David, o dono da casa, um médico veterinário. Ele nos explicou o funcionamento da casa, nos deu algumas dicas de restaurantes próximos e tirou todas nossas dúvidas sobre a cultura cubana. Apesar de calado, nos recebeu muito bem. Para quem quer viver o dia-a-dia cubano essa é a melhor opção. Além da localização ser ótima, perto do centro histórico, com muitas opções de restaurantes e lazer, e preços mais acessíveis.

Fomos jantar num restaurante no bairro chinês que ficava próximo, por indicação do David. Tivemos alguma dificuldade para achar, pois ele deu o nome espanhol - Viejo Amigo, mas as placas estão todas em chinês - Chi Tack Tong, então fica difícil de achar, o nome em espanhol só estava na parte interna. Tivemos que alugar uma bicicleta/charrete para levar agente até lá, mas valeu a pena, foi o melhor restaurante que comi durante toda a viagem.
Endereço: Dragones, 356 entre Manrinque y San Nicolás - Barrio Chino

Só restava ir dormir, porque no outro dia tínhamos que acordar as 6:00 da manhã para ir ao aeroporto (20,00 CUCs).

FIM.

Cayo Largo – Parte III

No terceiro dia em Cayo Largo, fomos conhecer as praias mais afastadas – Paraíso e Serena. Para chegar até essas praias existe um serviço de transporte nos hotéis, o trenzinho, ele passa em dois horários de manhã e volta em dois horários a tarde.


A primeira praia, Paraíso, tem somente as estruturas de cadeiras e guarda-sol. Não há barracas com alimentação ou bebidas. Geralmente o hotel oferece um pick-nick para você levar a praia e não passar fome, porém o nosso toda vez que íamos sair ainda não estava pronto.

Na segunda praia, a Serena, existe um Delphinario, onde é possível nadar com os golfinhos. Nesse lugar há um bar e restaurante. Na praia também há um quiosque que vende bebidas.

Voltamos ao hotel, almoçamos e já estava na hora de ir pro aeroporto. Neste dia no final da tarde caiu um temporal e ficamos sem saber se o avião decolaria ou não, pois imagina aquele avião de hélice voando no meio da tormenta.

Decolamos e chegamos ao Aeroporto de Baracoa, um micro aeroporto que a esteira é um balcão de cimento. Pegamos um taxi até o centro histórico de Havana por 20,00 CUCs.

Cuba - Cayo Largo II

Marcamos um passei de barco pela ilha (79,00 CUCs)  para este dia, já que as maiores belezas estavam no mar. No hotel mesmo existe um centro de reservas. No passeio está incluso transporte hotel/marina, bebidas e um almoço de lagosta a bordo.


O passeio começa com uma visita a Ilha das Iguanas, uma ilha toda de pedra, com muitas Iguanas de todos os tamanhos, que já estão acostumadas com as visitas, então ficam próximas as pessoas e até fazem pose pra foto.

Depois fazemos um mergulho em alto mar, com snorkel. Como as águas são muito claras, se se vê muitos metros de profundidade, a impressão que dá é de estar nadando em um enorme aquário.  Neste mergulho delicioso vi um tubarão de 2m, uma experiência inesquecível.

Almoçamos a bordo do barco, uma lagosta deliciosa. Ao lado do nosso barco, uma barracuda de um metro esperava pelos restos da comida. Tomamos muita cerveja Bucanero, cuidado com ela, é forte mesmo!

A seguir navegamos mais um pouco e paramos em alguns bancos de areia. Nesses lugares era possível ver arraiais, estrelas do mar e muitas conchas.

Voltamos para a Marina no final da tarde e depois rumamos ao hotel.  Nosso hotel tinha pizzaria, lá comemos e passamos o resto da noite conversando. 
Esse é um dos melhores passeios que fizemos, um dia inteiro em contato com a natureza em seu estado mais puro, revigorante.

Cuba – Cayo Largo I

Saímos de Varadero numa quinta de madrugada, de taxi até o aeroporto (30 CUCs), com destino a Cayo Largo, uma ilha a meia hora de voo de Varadero. Neste ponto da viagem não tínhamos mais pacote, estávamos por nossa conta. Reservamos aqui do Brasil pelo site um voo pela Aerogaviota, uma companhia que faz voos locais. Nosso voo sairia as 8:00 hs da manhã, mas quando chegamos no aeroporto as 6:50 hs tivemos uma surpresa: nosso voo já tinha partido! Tivemos a sorte de pegar uma excursão que iria para lá também e que tinha dois lugares vagos no voo, da Aerocaribbean. Pagamos o mesmo preço, na mão do comandante (tipo ônibus)  e conseguimos embarcar, mas foi um sufoco e um desespero. Nunca tinha visto um voo sair mais de uma hora mais cedo do que o previsto, então um dia antes confirme o horário do voo.

Nosso avião era um teco-teco, com capacidade para umas 15 pessoas, nunca tinha voado em um avião tão pequeno, mas o voo foi tranquilo e em meia hora chegamos a Cayo Largo, com uma vista espetacular do avião.

Chegando lá mais uma surpresa, não tinha taxis no aeroporto, e vendo nossa cara de perdidas, embarcaram agente junto à excursão em um ônibus que deixaria as pessoas nos seus hotéis. Pagamos 5 CUCs para o motorista pela duas pessoas e ele nos deixou no Sol Pelícano, nosso hotel.

Nosso hotel era all-inclusive, como todos na ilha. Pelo horário que chegamos ainda não podíamos fazer o check-in. Por sugestão da recepção do hotel, fomos fazer um city-tour pela ilha, junto com a excursão. O city-tour custava 6 CUCs por pessoa, mas as entradas nos lugares.
O passeio começava por um projeto de conservação de tartarugas marinhas, parecido com o Tamar aqui do Brasil, só que em menores proporções.

Depois parava num bar típico, com uma pessoa vestida de pirata, um conjunto fazendo uma apresentação musical, e um casal ensinando a dança típica.

A seguir, íamos a um museu da ilha, onde uma guia dava algumas explicações de como era e funcionava a ilha e depois podíamos visitar as salas com algumas fotos antigas do lugar. É um lugar bem simples, com pouca coisa para ver.

Daí parava na Marina e podíamos caminhar no centrinho para conhecer.

De volta ao hotel, fizemos nosso check-in e fomos conhecer as dependências. O hotel era simples, mas bem agradável, com uma aparecia de vila. No fundo dava para uma praia, com mar azul transparente e um restaurante. Passamos a tarde por lá.

A noite teve uma apresentação de um show, que era feito pela primeira vez naquele hotel. São bem parecidos com os de Varadero, mas era a opção do dia. Diz que tinha uma danceteria no centro, mas não chegamos a ir.

Cuba – Varadero

Na segunda pela manhã, fomos para Varadero, uma estância turística de praia, a mais famosa de Cuba.


Essa parte estava inclusa no pacote, então pegamos um ônibus de viagem, as 9:30 hs no Habana Libre. A viagem de Havana até Varadero dura aproximadamente 2:30hs, com uma parada em Matanza, para provar o drink da região: a pina colada. Realmente esse foi a melhor pina colada que tomei em toda viagem, feita com coco e abacaxi fresquinhos, você pode ou não adicionar rum (2,65 CUCs).

Chegamos a Vardero  aproximadamente meio dia, e nosso check-in era só as 15 hs. Vá preparado com uma mochila com roupas de banho, assim você pode aproveitar a praia e a piscina antes de entrar no quarto. Nosso hotel era o Sol Palmeras, com sistema all-inclusive, como quase todos lá. Se você já foi para Cancun, esqueça, apesar de 5 estrelas e all-inclusive os hotéis de Cuba não tem um terço do luxo dos de Cancun. Os quartos são confortáveis, mas nem TV de LCD tem, exitem alguns restaurantes tipo buffet e 3 que fazem reservas para o jantar. Faça a reserva dos restaurantes assim que chegar, pois costuma ter só para os dias seguintes. Conseguimos vaga no Chinês e no Italiano, ambos com bom atendimento e boa comida. 

A noite o hotel oferecia atrações como música ao vivo no lobby, shows na área externa (um diferente a cada dia) e uma mini danceteria para os mais animados.

O hotel também contava com uma praia privativa, com um bar e uma grande piscina central. O mar é um azul lindo e a água bem morninha, uma delícia.
No primeiro dia aproveitamos as instalações do hotel, pois estávamos muito cansadas.

No segundo dia pegamos o Varadero Beachtur, que percorria a cidade parando nos pontos turísticos (5 CUCs), passamos pelo centro, visitamos a feira de artesanato local, caminhamos um pouco, andamos pela praia e voltamos para almoçar. 

Depois resolvemos ir para o outro lado do percurso, sentido marina, descemos na outra extremidade, mas não adiantou muito, pois toda a praia é fechada pelos hotéis, então fica difícil achar uma área não privativa. Para salvar o nosso passeio descemos no Delphinario, como já estava quase na hora de fechar (17hs) não havia mais shows, nem mergulho com os golfinhos, mas em compensação entramos sem pagar e conseguimos ver os golfinhos.

A noite fomos à Casa de La Musica de Varadero, no esquema das baladas locais, tinha uma banda tocando música latina ao vivo, principalmente salsa. Esse local é frequentado tanto por cubanos quanto por turistas, com preços diferenciados para cada um, claro. Os taxis em Varadero são bem mais caros que em Havana, pagamos numa corrida do nosso hotel até o centro 10,00 CUCs, e olha que era bem perto. Bebi o legítimo run cubano no gargalo da garrafa, oferecido pelo taxista. Dancei e curti muito nesta noite.


Varadero é uma cidade turística, portanto os turistas são a grande maioria, principalmente canadenses e argentinos. Cubanos só as pessoas que trabalham nos hotéis e no comercio da vila. Por isso é muito comum ouvir quando se está em Havana que Varadero é a Miami de Cuba. Apesar disso, em nada se parece, já que praticamente não há opções de compras por lá.
Por quase todos os hotéis serem all-inclusive em Varadero você não é tão abordado por cubanos atrás de seus cucs.
Na manhã de quinta saímos rumo a Cayo Largo, agora por conta própria.